TEAM SEPÚLVEDA

martes, 2 de febrero de 2010

Kayes – Kita

bandeira%20portuguesa

Hoje para fazermos os 550 km até Bamako havia duas possibilidades: a primeira era totalmente por asfalto, enquanto a segunda era praticamente toda por fora de estrada, atravessando um Parque Nacional. Como é lógico escolhemos a segunda. Formámos um grupo com mais o guia e dois carros Polacos.

Supostamente iria ser uma pista bem tratada que nos deixaria em Bamako antes do anoitecer, mas conforme se verá, em África as coisas nunca são como se diz ou cada um tem a sua verdade.

Começámos logo de manhã por não comprar gasóleo em Kayes porque nos foi dito que haveria logo a seguir. Tal não aconteceu e acabámos por ter de o comprar em garrafões no meio de uma vila e muito mais caro. O caminho afinal revelou-se tão mau ou pior do que o do dia anterior, não permitindo um andamento superior a 20 – 30 km/h, o que fez com que às 17:00 horas ainda só tivéssemos feito 180 km, depois de ter saído de Kayes às 9:00.

A 180 km de Kayes tínhamos que cruzar um rio, de ferry. A distância não era grande e nada fazia supor uma travessia demorada. Mais uma vez as coisas em África são como são e não como parecem. Lá motor o ferry até teria mas naquele dia trabalhou a remos o que fez com que a travessia demorasse aproximadamente uma hora. Era suposto termos chegado a meio da manhã, mas acabámos por chegar ao final da tarde, o que significou chegar à outra margem às 18:00. Cruzado o rio, tínhamos que decidir entre dormir naquela pequena vila, ou tentar seguir até Kita, que estava a 250 km por fora de estrada. Acabámos por seguir até Kita, chegando ao Hotel às 0:30. Ou seja fizemos mais km à noite do que de dia.

Tirando estes pequenos contratempos, o percurso (enquanto era de dia) revelou-se bastante bonito e valeu a pena. Fizemos grande parte do percurso paralelos ao Rio Senegal, onde se podiam ver alguns Hipopótamos, passámos por algumas quedas de água, e definitivamente o deserto do Sahara já ficou para trás. Aqui é tudo muito mais verde, sem dunas e com muito mais água.

Amanhã teremos só 200 km por estrada boa até chegar a Bamako.

O preço a pagar pela nossa escolha de percurso vai ser demasiado alto: Já não vamos ter tempo em Bamako para arranjar o Ar Condicionado.

bandeira_espanha

Hoy para hacer los 500 kilómetros que nos separan de Bamako, teníamos dos opciones: la primera por carretera y la segunda casi toda por caminos, cruzando un parque nacional. Hemos elegido la segunda opción y formamos un grupo con dos coches polacos más el guía.

Se suponía que los caminos estaban bastante bien y que podríamos llegar a Bamako antes de que fuera de noche, pero una vez más, en África las cosas nunca son como se dice o como parecen ser…

Empezamos mal luego por la mañana al no haber comprado diesel en Kayes porque nos habían dicho que nada más dejar la ciudad lo podríamos encontrar. Al final lo terminamos comprando en una pequeña población, en unos bidones pequeños de plástico y mucho más cara. El camino que nos habían dicho que estaba bastante mal, resulta ser que al final era peor que el del día de ayer y no permitía velocidades superiores a 20 – 30 km/h, lo que ha hecho con que a las 5 de la tarde solamente habíamos hecho 180 kilómetros, después de haber dejado Kayes sobre las 9:00.

A 180 km de Kayes teníamos que cruzar un rio en “ferry”. La distancia no era grande y creíamos que la travesía iba a ser rápida. Al final el motor del barco no ha funcionado y han tenido que remar para mover el ferry, con lo cual hemos tardado 1 hora en cruzar el rio. Ya eran las 6 de la tarde y todavía nos quedaban 450 kilómetros! Teníamos dos opciones y ninguna de ellas era llegar a Bamako. La primera seria dormir ahí mismo y salir el día siguiente muy pronto, la segunda intentar llegar a Kita que estaba a 250 kilómetros por caminos. Nos hemos decidido por seguir dirección Kita, donde hemos llegado sobre las 0:30. O sea, que hemos conducido más de noche que de día.

Aparte de todo esto, el trayecto (mientras lo hemos hecho de día) ha sido bastante bonito, casi siempre paralelo al Rio Senegal, donde se podían ver Hipopótamos. El paisaje ya ha cambiado totalmente. Ya no se ve ninguna duna, la vegetación ya es bastante densa y cada vez hay más agua.

Mañana tendremos 200 kilómetros por carretera hasta Bamako.

El precio que tendremos que pagar por nuestra elección será demasiado alto: Seguramente no tendremos tiempo para arreglar el Aire Acondicionado, una vez llegados a Bamako.

IMG_9985

IMG_9992

IMG_9997

IMG_9999

IMG_0006

IMG_0007

   IMG_0023

IMG_0029  IMG_0038

IMG_0055

IMG_0044

IMG_0062

IMG_0071  IMG_0076

1 comentario:

PBre dijo...

Pagar caro por o Ar condicionado ???
Assim vai sair de borla !!!!
Mau, é se o elevador do vidro avaria !