Hoje regressámos ao Bivouac logo de manhã para ouvir o Briefing. A etapa de hoje era um dos troços mais duros do Dakar. 600 kilómetros por fora de pista com muita rocha e alguma areia. Com muita pena nossa, e aconselhados pela organização, decidimos pela opção B que era ir por estrada até Layoune. Os nossos pneus não aguentavam certamente o dia de hoje.
A partir de TanTan, virámos para sul, direcção Tarfaya, por é uma estrada que vai sempre pegada ao mar. Neste momento já entrámos no Sahara Ocidental.
Nesta mesma estrada fomos mandados para pela polícia (nós e 7 carros mais): Ultrapassar com traço contínuo! O Sr. Policia tentou explicar aos dois Húngaros que iam á nossa frente qual o motivo pelo qual os tinha mandado parar. Tendo em conta que os Húngaros só falam Húngaro, o Policia lá tomou nota da ocorrência e ficou com a matrícula. Deve ser para mandar a multa para casa…
Muito vento durante todo o percurso o que torna impossível guiar a direito e nos obriga a ir mais devagar. Ao longo da costa vimos muitas auto caravanas paradas junto às praias, maioritariamente francesas.
Hoje percorremos quase 600 kilometros, dos quais 50 por praia e dunas. Para chegar ao Bivouac, fomos sempre pela areia da praia, para depois atravessar umas dunas e chegar ao ponto de encontro que marcavam as coordenadas. Um camping de um casal belga, perdido no meio do nada. Enquanto fazíamos tempo à espera que o Andrew chegasse, aproveitámos para jantar.
Tal como tínhamos dito ao princípio, hoje era uma etapa especialmente dura e já tivemos os primeiros acidentes. Um deles foi um capotanço em que o jipe que aterrou direito e pôde chegar ao Bivouac pelos seus próprios meios (fotos), sem problemas de maior para os ocupantes, à parte do susto. Outro acidente, esse sim mais grave, provocou vítimas. O carro não o pudemos ver, mas vimos que os seus ocupantes chegaram nos jipes médicos e estavam a ser tratados quando nos fomos embora do Bivouac.
Amanhã abandonamos o Budapest – Bamako oficial para ir até Dakhla. Uma vez ai, finalmente tomaremos a decisão de ir para Bamako ou voltar para casa. Desde Layoune até Dakhla são 550 kilometros todos por estrada.
Hoy nada más despertar, nos hemos vuelto al Bivouac, para estar presentes en el Briefing. La etapa de hoy es una de las más duras del Dakar. 600 kilómetros por pistas de rocas, piedras y arena. A mucho pesar y después de escuchar las recomendaciones de la organización, nos hemos decidido por la opción B – ir por carretera hasta Tarfaya.
Pasados Tantan, giramos para sur, dirección Tarfaya, por una carretera que sigue siempre la línea del mar. Entramos ahora en el Sahara Ocidental
En esta misma carretera, la policía nos ha parado. A nosotros y a 7 coches más: Habíamos todos adelantado en una línea continua! El Policía ha intentado explicar a los dos Húngaros que seguían justo delante de nosotros el porqué de haberlos mandado parar, pero teniendo en cuenta que los húngaros, solo hablan húngaro, el hombre ha optado por tomar nota, apuntar la matricula y mandarnos seguir a todos.
Hoy en total hemos hecho casi 600 kilómetros, 50 de los cuales por playa y dunas. Para poder llegar hasta el Bivouac, había que seguir por la playa pegados al mar y luego atravesar unas dunas. El Bivouac era un camping de una pareja de Belgas ya mayores perdida en el medio del nada. Mientras esperábamos a que llegara Andrew, hemos cenado.
Tal y como había mencionado al principio, hoy era una etapa bastante dura, la más dura de todo el rallye, y tal vez por eso hoy han tenido lugar los dos primeros accidentes. Mientras uno ha sido un coche que ha volcado (fotos) pero que ha podido seguir hasta el final, sin problemas de mayor para sus ocupantes, a parte del susto, el otro ha sido más grave. El coche ni lo hemos visto y sus ocupantes estaban llegando en los coches de asistencia media al Bivouac, en el instante que nosotros salíamos para Layoune. Esperemos que no sea nada grave.
Mañana abandonamos el Budapest – Bamako oficial, para dirigirnos hasta Dakhla y intentar tomar la decisión de seguir hasta Bamako o volver a casa. De Layoune a Dakhla son 550 kilómetros, todos por carretera normal.
2 comentarios:
Finalmente noticias! As fotos são fantásticas e a dar-nos vontade de fazer essa viagem (por caminhos que não dêm cabo do transporte. Continuam a pensar em ir mais para baixo, mesmo com algumas mazelas no 4 rodas? E o regresso (se tiverem carro!)?
Beijos
Lindo.
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